sábado, 26 de dezembro de 2015

BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA, recebeu o  PRÉMIO CALOUSTE GULBENKIAN -2013-




Nas palavras do júri, a Biblioteca de Alexandria "é única", no sentido em que representa uma entidade egípcia "com dimensão internacional cuja missão é ser um centro de aprendizagem, tolerância, diálogo e compreensão entre culturas e povos, bem como uma instituição líder da era digital".


A atual biblioteca de Alexandria é no século XXI, pela sua grandeza física e documental , um dos grandes centros de conhecimento a nível mundial, tal como a antiga biblioteca o fora para a sua época. Contando com quatro bibliotecas especializadas ( a biblioteca Tahan Hussein – para invisuais; a dos jovens (para utentes entre os 12 e os 18 anos); a das crianças (utentes entre os 6 e os 12 anos); a Multimédia (com CD,DVD, cassetes áudio e vídeo, diapositivos e fotografias, salas de microfilmes, manuscritos e livros raros) , para além da principal. Encontra-se no centro nevrálgico de importantes redes regionais e internacionais possui um vastíssimo arquivo digital, quatro museus, um planetário, oito centros de investigação académica, diversas exposições permanentes, galerias de arte para exposições temporárias, um centro de conferências entre outras valências.
  Biblioteca cibernética por excelência oferece aos seus utentes e profissionais excelentes condições de trabalho num edifício que prima pela originalidade e funcionalidade.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

AS TIC NAS BIBLIOTECAS ESCOLARES


As bibliotecas Escolares não podem dissociar-se do avanço das novas tecnologias e da sua implementação nas escolas. Devem acompanhar os novos paradigmas educacionais e ocupar um papel central no ensino e uso das TIC, em articulação com os professores das diversas áreas do conhecimento  e com a  sala de aula. A contribuição da biblioteca escolar no domínio das literacias dos media e da informação e comunicação é incontestável.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

FORMAÇÃO DE PROFESSORES – UMA CAMINHADA CONTÍNUA

Numa época em que tudo parece ser efémero, tão rápido, que quando damos por nós o que era já não o é, temos que fazer um esforço grande para acompanhar o ritmo a que correm as mudanças. Quem tem por “missão” o ensino depara-se com uma massa de alunos provenientes das mais diversas origens sociais, mas também geográficas, com costumes, línguas diferentes e um grande manancial de informação adquirido extraescola.
Como podemos nós professores mais antigos e também os mais jovens pensar as nossas aulas, modificar as nossas práticas atendendo a todas as ferramentas digitais que agora podemos ter ao nosso dispor? Não tenhamos ilusões, só mesmo através de uma formação contínua devidamente estruturada de acordo com os novos paradigmas do sistema educativo isso será possível.
A frequência deste curso de Mestrado nas suas diversas unidades curriculares , mas particularmente na de Tecnologias da Informação e Comunicação em Ambientes Educativos torna-me mais consciente do nosso (meu) desconhecimento das potencialidades das ferramentas WEB 2.0 e sobretudo de como poder tirar partido dessas mesmas ferramentas em prol do ensino-aprendizagem, bem como da importância da avaliação permanente das práticas letivas.
Suscita abordagens a outros tipo de ensino como o Blended Learning (confesso que desconhecia, embora conhecesse a plataforma e-learning). Também o modelo TPACK me era totalmente desconhecido. Obriga-nos a refletir sobre questões no campo do ensino que na correria do dia a dia nos vão passando ao lado. Vamo-nos questionando sobre novos paradigmas. Enfim, são novas aprendizagens que por certo nos vão enriquecer em termos profissionais, mas também a nível pessoal.

Nada se faz sem trabalho, e este é por certo um grande desafio para quem tem que conjugar a vida profissional e pessoal com a formação, mas o importante é querer, para poder chegar ao fim desta caminhada com novas perspetivas de ensino e com uma visão mais abrangente do papel das bibliotecas em contexto escolar.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

TPACK - UM MODELO DE FORMAÇÃO INTEGRADA



Colocar em prática uma pedagogia em rede exige instrumentos, saberes (científicos, pedagógicos  e tecnológicos), alteração dos papeis do professor e do aluno, uma redefinição de conteúdos, alterações no sistema de avaliação e sobretudo uma intensa e continua formação dos professores, integrando nesta, por exemplo, o modelo TPACK que faz convergir as “três formas primárias de conhecimento”: científico, pedagógico e tecnológico 
(Koehler§ Mishra, 2009)( .” (António Moreira, Angélica Monteiro, Daniela Barros, 2015, pág.78).